Rigor com a história
O fato é dito com firmeza; a tradição é sinalizada como tradição. Nada de lenda vendida como verdade. Cada cidade é pesquisada com respeito às suas fontes.
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O projeto e o autor
Por que o Brasil não conta as próprias cidades com a beleza que elas merecem? História com Sabor nasceu dessa pergunta — e de um encanto que nunca passou.
A origem
Anos atrás, numa corrida pelas cidades históricas de Minas, veio o encantamento que daria origem a tudo. As pedras de Ouro Preto, as igrejas, as ladeiras — e, sobretudo, as mesas: aquela cozinha mineira que parecia guardar, em cada prato, um pedaço da história do lugar. Ali nasceu uma pergunta que nunca mais foi embora: por que o Brasil não conta as próprias cidades com a beleza que elas merecem?
Livros bonitos sobre cidades históricas existem lá fora aos montes — basta entrar numa grande livraria americana e ver as prateleiras de volumes caprichados sobre vilas europeias, cada pedra fotografada com amor. E o Brasil, com um patrimônio à altura, quase sempre contado em livros áridos ou apressados. Faltava unir duas coisas que este país tem de sobra: história e sabor.
História com Sabor é a resposta a essa pergunta. Uma coleção que trata cada cidade brasileira como ela merece ser tratada — com pesquisa séria, prosa cuidada e o esmero gráfico de um objeto para guardar. E que a conta pela porta dos fundos, a mais honesta de todas: a cozinha.
O que move o projeto
O fato é dito com firmeza; a tradição é sinalizada como tradição. Nada de lenda vendida como verdade. Cada cidade é pesquisada com respeito às suas fontes.
As receitas são resgatadas e testadas, não copiadas de qualquer lugar. Cada uma traz sua nota histórica e o cuidado de quem cozinha de verdade.
Tipografia clássica, mapas desenhados, imagens que evocam o Brasil de outros tempos. O livro é um objeto — feito para durar, folhear e presentear.
Uma palavra sobre as imagens
As imagens que ilustram os volumes não são fotografias das cidades como são hoje. São reconstruções — criadas com o auxílio de inteligência artificial — que buscam evocar como aquelas paisagens e cozinhas poderiam ter sido em outros tempos, por volta de 1800. Fotografias reais servem apenas como referência para essas reconstruções.
Isso é dito abertamente, dentro de cada livro e aqui, porque a honestidade com o leitor é parte do projeto. O que se busca não é enganar os olhos, mas despertar a imaginação — mostrar não a cidade do presente, mas o mundo de onde ela veio.
Entre para a lista
Uma coleção está nascendo. Acompanhe os bastidores, veja as cidades ganharem forma e seja dos primeiros a saber quando cada volume for lançado.
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